Formalizada em 18 de junho de 2026, a cooperação tem o IECBC como articulador institucional da interlocução entre as plataformas e da aproximação entre empresas, instituições e especialistas dos dois países.

Durante o encontro de promoção do fórum no Brasil, Cláudia Jannuzzi, presidente do IECBC, ressaltou a importância de integrar desenvolvimento econômico e preservação ambiental, combinando oportunidades brasileiras com tecnologia e inovação chinesas.

O que Cláudia destacou em seu discurso

Cláudia defendeu uma cooperação Brasil–China que una desenvolvimento econômico e preservação ambiental. Em sua avaliação, o potencial brasileiro em energias renováveis e biodiversidade pode se complementar com a capacidade chinesa em tecnologia, indústria e inovação sustentável.

Entre as frentes apontadas estão a transição energética e a indústria limpa, com biocombustíveis, hidrogênio verde e mobilidade eletrificada. Na bioeconomia e na proteção florestal, destacou a pesquisa científica, o monitoramento por satélite, cadeias produtivas rastreáveis e aplicações de inteligência artificial na gestão de riscos de desastres naturais.

A fala também abordou o financiamento verde como caminho para apoiar projetos de baixo carbono e a economia do mar. Cláudia ressaltou que a transição ecológica deve gerar empregos, ser inclusiva e respeitar as realidades dos dois países, com compartilhamento de tecnologias e diálogo permanente.

Principais eixos da cooperação

A cooperação é institucional e não exclusiva. Não prevê transferência automática de recursos nem garantia de resultados comerciais; as ações específicas dependerão de alinhamento entre as instituições e de instrumentos próprios, quando necessários.